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Museu · Salvador - BA
Casa das Histórias de Salvador
História de Salvador refere-se à narração e estudo dos acontecimentos em Salvador, município capital do estado brasileiro da Bahia, ou que o afetaram. Sem dissociar história e geografia, Adriano Bittencourt Andrade e Paulo Roberto Baqueiro Brandão periodizaram a história soteropolitana em quatro momentos: a fundação da cidade em meio às preocupações de defesa da colônia, a "Idade do Ouro" de Salvador, a decadência econômica e o processo de metropolização desde meados do século XX. Contudo, a ocupação humana do território que corresponde ao atual município é anterior à fundação do mesmo.
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- 🕒 Ter a Dom 10:00 às 18:00
- 📍 Centro Histórico
🗺️ Onde fica Casa das Histórias de Salvador
Sobre Casa das Histórias de Salvador
História de Salvador refere-se à narração e estudo dos acontecimentos em Salvador, município capital do estado brasileiro da Bahia, ou que o afetaram. Sem dissociar história e geografia, Adriano Bittencourt Andrade e Paulo Roberto Baqueiro Brandão periodizaram a história soteropolitana em quatro momentos: a fundação da cidade em meio às preocupações de defesa da colônia, a "Idade do Ouro" de Salvador, a decadência econômica e o processo de metropolização desde meados do século XX. Contudo, a ocupação humana do território que corresponde ao atual município é anterior à fundação do mesmo.
A fundação de Salvador em 1549 por Tomé de Sousa ocorreu por conta da implantação do Governo-Geral do Brasil pelo Império Português. Assim, já foi fundada como a primeira capital da América Portuguesa, que corresponde ao atual Brasil. Salvador é uma das mais antigas cidade do continente americano e uma das primeiras cidades planejadas no mundo, ainda no período do Renascimento. O Centro Histórico de Salvador, iconizado nos arredores do Largo do Pelourinho, é conhecido pela sua arquitetura colonial portuguesa com monumentos históricos que datam do século XVII até o início do século XX, tendo sido declarado como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 1985.
Populações sambaquieiras ocupavam o atual bairro de Periperi. Lá encontra-se o sítio do sambaqui da Pedra Oca — descrito na década de 1960 pelo arqueólogo Valentin Calderón —, na praia de Periperi, a dois metros do nível do mar atual. Trata-se de um monumento arqueológico que foi, ao mesmo tempo, moradia, cemitério e área de descarte dos restos alimentares. Os sambaquis no Brasil são mais raros no litoral nordeste em comparação à costa sul brasileira. Outros 25 situados no litoral da Bahia foram registrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) até 1984. Contudo, edifícios coloniais (a exemplo da Casa de Câmara e Cadeia e a Igreja da Sé) foram construídos a partir de conchas e outros materiais calcários oriundos de sambaquis próximos existentes à época. O sambaqui da Pedra Oca data de 3000 anos atrás e, posteriormente, essa população sambaquieira foi expulsa com a chegada dos povos aratus.
Os povos aratus estão ligados à tradição ceramista homônima, distinta da tradição tupiguarani dos povos tupis. E, por volta do ano 1000, esses povos que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de tupis procedentes da Amazônia. No século XV, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis, os tupinambás. Em 1501, os portugueses fizeram a posse "oficial" da região no dia de Todos os Santos, assim batizaram com esse nome a baía ali existente.
Em 1534, chegou à região o primeiro dos donatários portugueses criados com a instituição do sistema das capitanias hereditárias, Francisco Pereira Coutinho, que recebeu a Capitania da Baía de Todos os Santos das mãos do rei português D. João III. Coutinho fundou o Arraial do Pereira e Ponta do Padrão (a atual Ladeira da Barra). Esse arraial, doze anos depois, na época da fundação da cidade, foi chamado de Vila Velha.
Em 29 de março de 1549 chegam, pela Ponta do Padrão, na Barra, o governador-geral do Brasil Tomé de Sousa e comitiva, em seis embarcações: três naus, duas caravelas e um bergantim, com ordens de D. João III de fundar uma cidade-fortaleza chamada do São Salvador, seguindo projeto do arquiteto Luís Dias para a capital do país. Nasce assim a cidade de Salvador: já município e capital, sem nunca ter sido província. Todos os donatários das capitanias hereditárias eram submetidos à autoridade do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa. No local de desembarque, na Praia do Porto da Barra, está o "Marco da Fundação da Cidade", uma coluna de 6 metros de altura feita em pedra de lioz. O monumento foi posto pela comunidade portuguesa na Bahia em 1952, restaurado em 2013.
Fonte · licença CC BY-SA 4.0
🗺️ Como visitar Casa das Histórias de Salvador
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- casadashistoriasdesalvador.com.br/
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Informado pela origem: Ter a Dom 10:00 às 18:00
Horário e preço mudam: confira no site oficial antes de ir.
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