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Museu de Arqueologia de Itaipu
O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI), localizado na praia de Itaipu, s/nº, em Itaipu, no município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil, é uma unidade vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus, órgão do Ministério da Cultura. O museu iniciou suas atividades em 22 de março de 1977 e não possui um instrumento legal de criação tal como um ato ou decreto, porém os Remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, prédio onde está situado, são tombados em instância federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tendo sido o bem inscrito no Livro de Tombo de Belas Artes em 8 de janeiro de 1955.
🗺️ Onde fica Museu de Arqueologia de Itaipu
Sobre Museu de Arqueologia de Itaipu
O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI), localizado na praia de Itaipu, s/nº, em Itaipu, no município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil, é uma unidade vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus, órgão do Ministério da Cultura. O museu iniciou suas atividades em 22 de março de 1977 e não possui um instrumento legal de criação tal como um ato ou decreto, porém os Remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, prédio onde está situado, são tombados em instância federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tendo sido o bem inscrito no Livro de Tombo de Belas Artes em 8 de janeiro de 1955.
== Missão institucional ==
Promover a valorização da memória das ocupações humanas pré-cabralinas e posteriores de Niterói através da preservação, da pesquisa e da comunicação de seu acervo, visando ao acesso irrestrito da população ao seu patrimônio cultural.
== Histórico do prédio ==
O Museu de Arqueologia de Itaipu está instalado nas ruínas do antigo Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada em 1764 pelos padres Manuel Francisco da Costa e Manuel da Rocha com a finalidade de abrigar mulheres que pretendiam seguir a vida religiosa, órfãs, mulheres de "vida fácil", as que haviam engravidado ou mantido romances antes do matrimônio, viúvas e aquelas que ali eram instaladas por seus pais ou maridos quando estes saíam em viagem. O tempo de permanência na instituição era determinado pelo patriarca da família e a internação no estabelecimento requeria o pagamento de um dote pela família e a aprovação da Corte.
De acordo com a documentação acerca do prédio e de seu funcionamento através das Cartas de Visitas Pastorais de 1811/12, há relatos de que, nas primeiras décadas do século XIX, as recolhidas e o estabelecimento já se encontravam em estado de "pobreza franciscana". Em 1833, o prédio estava vazio e o vigário João de Moraes e Silva instituiu o local como asilo para menores. A partir desta última informação, não se tem mais documentos que mencionem o Recolhimento de Santa Teresa de Itaipu, havendo, portanto, um hiato na pesquisa histórica da instituição durante o restante do século XIX.
O século XX é marcado em termos da história do prédio por ocupações, disputas de posse, o tombamento do bem e a criação do Museu. Abandonado, o prédio foi ocupado por pescadores da região, que passaram a habitá-lo e a utilizá-lo como espaço para tingimento das redes de pesca, além de haver ocorrido, no entorno da muralha, uma aglomeração de residências de pescadores.
Após o tombamento do antigo Recolhimento em 1955, as sucessivas correspondências expedidas por parte da Colônia de Pescadores da região demonstram uma preocupação com a conservação do monumento, solicitando, ao Governo do Estado e à então Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que retirassem, dali, a casa de motor da Companhia Territorial Itaipu, proprietária do terreno, para que o bem viesse a servir de sede à Colônia. A Cia. Territorial Itaipu, por sua vez, se dirige ao Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN) acusando o interventor da Colônia de ocupar indevidamente os remanescentes do Recolhimento, se propondo, inclusive, a restaurar o prédio sob orientação do Patrimônio Histórico.
Em 1968, inicia-se a obra de consolidação e conservação-restauração da capela e das paredes de rocha das muralhas. Esta foi coordenada por Edgard Jacintho, chefe do Departamento de Conservação e Restauração da DPHAN. Assim, as aberturas em suas paredes foram vedadas e a desocupação de seu interior efetuada. Deste período adiante, tem início o projeto de criação de um museu a ser instalado no monumento.
O acervo institucional do museu é composto pela Coleção Hildo de Mello Ribeiro, 6 blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas, uma canoa do século XIX e artefatos arqueológicos encontrados nas redondezas do museu e para ele encaminhados por pessoas da região ou usuários da praia. A Coleção Hildo constitui o núcleo inicial do a
Fonte · licença CC BY-SA 4.0
🗺️ Como visitar Museu de Arqueologia de Itaipu
- Bairro
- Itacoatiara
- Site oficial
- www.museus.gov.br/os-museus/museus-ibr…
Horário e preço mudam: confira no site oficial antes de ir.
🍽️ Onde comer perto de Museu de Arqueologia de Itaipu
A pé daqui, do mais próximo para o mais distante.
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