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Museu de Geociências

O Museu de Geociências do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo é um museu localizado no interior da Universidade de São Paulo, mais precisamente no campus do Butantã, na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira. Seu acervo é diversificado e conta com áreas de geologia, mineralogia e paleontologia, estando aberto à visitação pública. Trata-se de uma unidade auxiliar ligada ao Instituto de Geociências da USP. Desde 1991, o Museu ocupa uma área de 550 m², localizada no primeiro andar do edifício principal do Instituto de Geociências da USP, mas possui também espaços abertos para outras e maiores exposições.

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Sobre Museu de Geociências

O Museu de Geociências do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo é um museu localizado no interior da Universidade de São Paulo, mais precisamente no campus do Butantã, na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira. Seu acervo é diversificado e conta com áreas de geologia, mineralogia e paleontologia, estando aberto à visitação pública. Trata-se de uma unidade auxiliar ligada ao Instituto de Geociências da USP. Desde 1991, o Museu ocupa uma área de 550 m², localizada no primeiro andar do edifício principal do Instituto de Geociências da USP, mas possui também espaços abertos para outras e maiores exposições.

== História ==
O Museu de Geociências desenvolveu-se a partir do antigo Museu de Mineralogia do Departamento de Mineralogia e Petrografia da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP (FFCL). Teve início em 1935, por iniciativa do Prof. Dr. Ettore Onorato, Cadeira de Mineralogia e Geologia da FFCL-USP no período de 1935 a 1937, depois docente da Cadeira de Mineralogia e Petrografia (1938 a 1939).
O acervo do Museu foi formado, inicialmente, pela aquisição da coleção particular do engenheiro de minas José Belmiro de Araújo Ferraz em 1935, com a aquisição da coleção particular do banário Luiz Paixão Silva de Araújo Costa, em 1954, além das coletas de campo de professores e alunos do curso de graduação (primeiro Ciências Naturais, depois História Natural e Geologia) e com a doação da coleção particular de do empresário do ramos alimentício Carlos Ludovico Schnyder em 1984. Essas pessoas ajudaram na composição e criação do acervo do Museu, o qual iniciou com objetivo de apoiar trabalhos de ensino e pesquisas. No ano de 1957 quando a Universidade de São Paulo inaugurou o curso de Geologia e, nesse momento, o museu passou a ser também um laboratório para aulas práticas dos graduandos.
Em 1991 museu abriu para o público geral, no espaço que ocupa agora. Antes desta data ele era utilizado e visitado apenas pelos professores da Universidade, alunos e pesquisadores.
Em 1994 o Museu de Geociências da USP começou a ter um acolhimento diferenciado para fins didáticos, ou seja, visitas escolares. Este foi o momento em que começou a ter uma atenção à linguagem que era utilizada para explicação do acervo de acordo com a faixa etária dos visitantes.
Com apoio da Fundação Amparo à Pesquisa de São Paulo (FAPESP), o museu pôde ser reformado em 1999 e reinaugurado em 2000.
O Setor Didático disponibilizou alunos de graduação para acompanhamento em visitas monitoradas a partir de 2004.
Atualmente, o acervo vem sendo aumentado, principalmente, por doações feitas por professores, colecionadores particulares, alunos do curso de geologia e, também, pela aquisição de peças individuais.

== Acervo ==
O Museu de Geociências possui um dos mais importantes acervos do país, contendo cerca de 15 mil amostras de minerais, minérios, gemas, rochas, espeleotemas, meteoritos (entre estes o Itapuranga, o quinto maior do Brasil) e uma grande coleção de fósseis - com importantes espécimes brasileiras. A partir de 1981, houve uma grande reestruturação e diversificação no acervo, quando foram incluídas, além das amostras de minerais e cristais, amostras de rochas, gemas, meteoritos e fósseis. O Museu, antes predominantemente mineralógico, transformou-se no atual Museu de Geociências.
O acervo atual conta com aproximadamente 15 000 peças, das quais 1500 estão em exposição de longa duração.
A maioria das peças e amostras são brasileiras, mas há amostras de diferentes partes do mundo.
Cada uma das categorias - minerais, cristais, rochas, etc - tem critérios próprios de apresentação e particular atenção se dá aos minerais, que por serem mais numerosos são cuidadosamente expostos, obedecendo às normas internacionais de classificação.

=== Classificação do acervo mineralógico ===

O museu conta com um acervo mineralógico separado e classificado (colocar foto) de acordo com composições e afinidades químicas e aniônicas estabelecidas po

Base: Wikipédia (CC BY-SA 4.0)

🗺️ Como visitar Museu de Geociências

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🍽️ Onde comer perto de Museu de Geociências

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